O valor do RH operacional

Banco Itaú reduz passivo trabalhista com trabalho focado na negociação com sindicatos e na cultura dos gestores

O setor bancário é um dos que apresentam as relações sindicais mais complexas do mercado. O Banco Itaú, até bem pouco tempo atrás, era uma das empresas brasileiras campeãs em processos trabalhistas.  Porém, alguma coisa está mudando. A instituição, que vem batendo recordes constantes de lucro, comemora também o bom resultado de suas políticas de RH. que estão levando à redução do passivo trabalhista. A razão desse desempenho é o trabalho no dia-a-dia realizado pelo RH da companhia.  Menos preocupado com as questões teóricas e mais focado na aplicabilidade de suas estratégias, o RH do Banco Itaú vem conseguindo transformar uma relação tradicionalmente conflituosa entre patrão e empregado, numa relação em que o diálogo vem ganhando mais espaço.

O gerente de RH do banco para a região do Rio de Janeiro e Espírito Santo, Brunno Cavalcante, será um dos palestrantes do II CORP RH, e contará um pouco sobre essa política vencedora. O executivo deixa claro que o foco do seu trabalho são as questões do dia-a-dia.  É o RH que “apaga incêndios”, na linguagem do setor. Suas competências são negociais e sua atuação visa minimizar os problemas mais críticos da gestão de pessoas na área bancária. Entre esses problemas estavam as horas extras, reivindicação que integrava a maioria dos processos trabalhistas. 

- Conseguimos resolver esse problema com a implantação do ponto eletrônico e de uma nova cultura gerencial – conta Brunno.

Além do ponto eletrônico, outras práticas foram adotadas pelo banco, importadas de um banco australiano. Elas deram origem ao programa batizado de “Modo Itaú de Fazer”, que tem como base o respeito ao colaborador. O bom relacionamento entre gestores e subordinados, o trabalho em equipe e a colaboração são valores difundidos internamente e que têm contribuído para melhorar um ambiente de trabalho num segmento marcado por grande quantidade de processos por assédio moral. Dentro dessa estratégia, Brunno destaca a celebração de cada conquista, fazendo com que todos os colaboradores se sintam participantes dos resultados alcançados e compartilhem conquistas.

A área de saúde é outra crítica. Brunno relata que o desafio agora é reduzir os problemas relativos às doenças ocupacionais.  O setor registra os mais elevados índices de Lesões por Esforço Repetitivo (LER) e o banco vem investindo em programas de qualidade de vida para reduzir a incidência de casos desse tipo. O destaque é a ginástica laboral.

O trabalho de Brunno Cavalcante e o caso de sucesso do Banco Itaú serão apresentados no II CORP RH, que acontece no dia 28/11 no Rio Othon Palace no Rio de Janeiro. As inscrições para o evento podem ser feitas pelo site www.corpevents.com.br.  No site você também encontrará a programação completa e todas as informações sobre o congresso.

 

Informações para a imprensa:
Marcelo Reis
Consultor de Comunicação Corporativa e Relações Institucionais
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marceloreis@mreg.com.br

 

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